- top-ropes - mais de 35 vias montadas, com dificuldades variando entre o 4º e o 8º graus, distribuídas em 12 pontos com cordas e freios preparados.

“segurança com corda de cima”: a segurança é feita com a corda passando por um ponto de ancoragem no fim da via. O seg deixa a corda sempre esticada. Em caso de queda, o escalador fica pendurado na corda.

Ideal para iniciantes ou em treinamentos, pois o escalador pode se concentrar nos movimentos da escalada, sem se preocupar com o manuseio da corda ou com eventuais quedas.

- escalada guiada - mais de 200 m² , com tetos e negativos de diversas inclinações, e mais de 25 vias pré-equipadas com costuras , entre o 5º e o 10º graus.

O escalador vai passando a corda em mosquetões fixados à estrutura do muro. O seg libera a corda progressivamente no decorrer da escalada. Em caso de queda, a corda é travada pelo seg, e o escalador fica pendurado na última costura feita.

 Simula as condições mais comuns encontradas em rocha.  

                                                                                

 

- área de boulder - caverna e paredes com mais de 4 metros de altura protegidas por colchões, com mais de 700 agarras e inúmeras possibilidades de lances de dificuldade e travessias.

A escalada em blocos de pedra de pouca altura (onde não é necessário o uso de cordas para segurança) é o ramo do esporte que mais cresce no mundo. O equipamento usado é mínimo (sapatilha, magnésio e colchões para suavizar quedas) e esses blocos podem ser achados mesmo onde não existem grandes paredes rochosas. Em um boulder o escalador pode isolar e treinar técnicas específicas de escalada: desde movimentos fáceis para aquecimento até lances atléticos de extrema dificuldade.

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